terça-feira, 29 de maio de 2012

Quem dera eu fosse gênio assim...



"Garoto de 15 anos cria método 28 vezes mais rápido para detecção do câncer

Jack Andraka recebeu US$ 75 mil por sua invenção. Fórmula é ainda 28 vezes menos cara e 100 vezes mais sensível que os recursos atuais"
Divulgação / Intel ISEF 
Sim, é verdade. Isso realmente aconteceu e acontece todos os anos no Intel ISEF (Internacional Science and Engineering Fair), a maior feira de ciências pré-universitária do mundo, realizada para promover as invenções de jovens cientistas.

A invenção de Andraka é capaz de diagnosticar o câncer pancreático na sua fase inicial com apenas uma pequena quantidade de sangue ou urina. E o seu método é 28 vezes mais rápido, 28 vezes menos caro e 100 vezes mais sensível que os recursos atuais.Além disso, o estudo tem mais de 90% de precisão. 

Mais do que merecido os 75 mil dólares.

Também houve a participação de 18 projetos brasileiros, e todos que participam dessa feira concorrem a prêmios em dinheiro e bolsas em universidades do mundo todo.

Só falta um pouquinho mais da verba na educação, né??

Veja a matéria completa                           Saiba mais sobre o Intel ISEF                            

sábado, 26 de maio de 2012

Amendoim e Aflatoxina

Atenção 2°s anos da Ionara!

Quem é que gosta de amendoim??

Para ajudar nos estudos sobre fungos, a professora recomenda um link
http://www.micotoxinas.com.br/Boletim13.htm
Do Prof. Dr. Homero Fonseca da ESALQ-USP.
Se quiser ler no blog é só clicar aqui.


Abraços,
Da monitora Gabes ; )

DNA: Transcrição

Atenção alunos da Ionara dos 1°s anos!

 Que coisa é essa de Transcrição do DNA???

Para auxiliar nos estudos, a sua professora recomendou um link
http://www.bdc.ib.unicamp.br/bdc/visualizarMaterial.php?idMaterial=1110

Um material da UNICAMP com vídeo e animação passo-a-passo do processo de Transcrição.


Abraços,
Da monitora Gabes ; )

domingo, 15 de abril de 2012

1ª Lei de Mendel

       
  Este é um vídeo que conta um pouco da história de Mendel, além de recriarem passo-a-passo das suas pesquisas.

segunda-feira, 2 de abril de 2012

Projeto Água

ÁGUA AGUA

 Nada como uma história para explicar o que você vê aqui. A história é a gota de água preciosa, escrito por Christian Andersen em 1848 e aqui incorporados por Laura West, da Austrália, que deixou-nos uma lente para ver a água.

Você provavelmente sabe o que uma lupa, uma lente circular que faz as coisas de uma centena de vezes maior do que eles. Quando pegos e colocados na frente dos olhos, e olha para ela através de uma gota de água da lagoa lá fora, são mais de mil animais maravilhosos que de outra forma passariam despercebidos, e ainda são, não há dúvida. Parece quase um prato cheio de caranguejos de salto em frangalhos. Eles são muito vorazes, eles puxam uns aos outros braços e pernas, coxas e nádegas, e ainda são felizes e satisfeitos em sua própria maneira.

Pois eis que, uma vez que vivia um velho homem a quem todos chamavam Crible-Crable, por que era o seu nome. Sempre quis ser o melhor de todas as coisas, e se ele tomou, tomou por magia. Assim, como o perigo era iminente. O velho sentou-se um dia com uma lupa nos olhos, examinando uma gota de água que foi extraído de um pool do poço. Meu Deus! Inúmeros animais que se deslocam de um lado para outro, saltam e vem, vem e devoram uns aos outros.

- Eca! Exclamou o velho Crible-Crable. Não há nenhuma maneira de forçá-los a viver em paz e sossego, e fazer com que todos cuidar de suas coisas?
OPHRYDIUM SESSILE, EL PEQUEÑO GOLIAT
Ophrydium séssie, o Pequeno Golias

E pensar que você pensa, mas como era a solução teve que recorrer à feitiçaria. 

-Dê-lhes cor, vê-los mais bem contada, e eu coloquei uma gota de um líquido como vinho, mas era realmente bruxa sangue do melhor tipo, que de uma raridade. E todos os animais foram coradas rosa, parecia uma cidade cheia de selvagens nus.

- O que você tem aí? Perguntado outra velha bruxa que não tinha nome, e este foi apenas bom para ele.

-Se você adivinhar o que é-disse-Crible-Crable, dá para você, mas acertarlo não é tão fácil, se não conhecido. A bruxa nameless olhou pela lupa e realmente viu algo comparável a uma cidade onde as pessoas corriam nus. Foi horrível, mas foi ainda mais horrível ver como tudo empurrado e espancado, beliscado e riscado, pouco e desgreñaban. Isso foi até queria ir para baixo, e vice-versa.

- Olhe, olhe, Sua perna é mais longa que a minha. Paf! Fora com ele! Aqui está um que tem uma lombada atrás da orelha, uma chichoncito insignificante, mas dói, e vai doer ainda mais. E lançaram sobre ele e agarrou-o, e acabou comendo por causa da colisão. Outro permaneceu calmo, sossegado como uma empregada doméstica, a paz só pediu e tranquila. Mas a menina não poderia ficar no seu canto, teve que sair, agarrou-a e, ao mesmo tempo, foi massacrado e comido.

- É divertido! Disse a bruxa. Sim, mas o que você acha que é? Crible-Crable perguntou. Você consegue adivinhar? "Aqui, é muito fácil", respondeu o outro. É Copenhaga ou qualquer outra cidade grande, todos são iguais. É uma cidade grande, o que é.

PARAMECIUM BURSARIA, LAS VENTAJAS DE LA SIMBIOSIS
- É a água da piscina! Crible-Crable respondeu.  



























PARAMECIUM BURSARIA






PEQUEÑO OSTRÁCODO

Pequeno Ostrácado













Veja o projeto inteiro com aproximadamente 100 fotos!

http://www.flickr.com/photos/microagua/sets/72157604672481873/

segunda-feira, 19 de março de 2012

Faço neurônios, controlo a pressão...

 - Bom dia! Estamos aqui hoje com a nossa convidada especial, aquela que é tipo uma faz tudo, ninguém consegue viver sem ela... Seja bem vinda Bradicinina!
- Obrigada.
- Uma coisa que todos já sabemos é que a senhorita controla a pressão arterial. Isso já não é segredo há 53 anos!
- É verdade! Eu atuo diminuindo a pressão, muitos medicamentos foram feitos a partir de mim. Eu só permiti porque era para um bem maior. Afinal, de pessoa para pessoa eu trabalho de forma diferente, existem algumas em que eu sou meio preguiçosa para trabalhar, então essas acabam tendo que tomar remédio.
- Mas o que todos querem saber...É verdade que você fabrica neurônios?
- Não é bem assim... Na realidade eu faço as células-tronco se transformarem em neurônios.
- Porém não é só isso que você faz.
- É... Eu também protejo eles da morte, em casos de lesões cerebrais.
- Anjinho da guarda dos neurônios, hein!
- Hehehe, pode se dizer que sim.
- Um passarinho me contou que você ajuda as pessoas emagrecerem, será que você pode me dar uma ajudinha? Estou precisando perder uns quilinhos, hahaha...
- Hahaha... Imagine, você está ótima! É que eu só regulo a liberação do hormônio que induz à saciedade e reduzo o acúmulo de gordura. Sou mais culpada pela obesidade, em pessoas que possuem doenças neurológicas e não "me produzem" em quantidade suficiente.
- Mas, logo te teremos em medicamentos para tratar obesidade e isquemia, certo?

- Não! Fizeram muitos testes comigo. Eu até funciono nos testes, mas nos humanos eu causo efeitos indesejáveis graves, como edema cerebral e queda importante da pressão arterial.
- Que pena! Quem sabe commais pesquisas e tercnologia?
- Espero que sim. Vamos trabalhar para isso. Mas por enquanto eu só faço neurônios, controlo a pressão...
- O de sempre, hehehe... Foi ótimo estar com você hoje!
- Imagina! Sou eu que agradeço! 
- E aqui encerramos com mais um... Inside You!

(aplausos, aplausos e mais auplasos)

Baseado na reportagem "Fazedor de neurônios" da revista online da FAPESP
http://www.revistapesquisa.fapesp.br/?art=4543&bd=1&pg=1

segunda-feira, 12 de março de 2012

Biologia em mangá?

Sim!! Isso existe. É um livro de biologia molecular feito em mangá.



Conta a estória de Rin e Ami que mataram aulas de biologia molecular o semestre inteiro, e o professor Moro decidiu dar um basta nesta situação – e como castigo condenou as duas a passarem o verão estudando em sua ilha particular. Mas, usando a máquina de realidade virtual do Dr. Moro, elas viajam pelo corpo humano e vêem de perto o  mundo da biologia molecular.

No livro você pode aprender:
- As organelas e proteínas dentro das células, e como elas oferecem suporte para as funções celulares
- Os processos de transcrição e tradução e o papel de seus genes na síntese de proteínas
- As partes que compõem nosso código genético, como nucleotídeos, códons, introns e exons
- Os processos de duplicação de DNA, mitose e citocinese
- Engenharia genética, como transdução e clonagem, e o papel da biologia molecular na medicina.


Ele também traz personagens divertidos como o Homem-Enzima e Alcoolzilla, que mostram como o fígado metaboliza o álcool.

Mas, não é muito recomendado pra quem já sabe do assunto ou para a juventude que não goste de desenhos em preto e branco.

Se você quiser um, o livro custa em média quarenta reais e possui mais de duzentas páginas.

Que tal? Pra variar um pouquinho.

terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

Ciência Hoje


Essa é uma reportagem publicada por Sofia Moutinho para o Ciência Hoje On-line. Para acessar o site você pode ir ao lado do nosso blog no quadro "Veja também!".

Dando as caras de novo

Espécie de sagui escondida por quase 70 anos é redescoberta na Amazônia. O animal só havia sido descrito com base em uma ilustração científica e seu local de ocorrência era desconhecido. Agora, pesquisadores trabalham numa descrição mais completa.
Por: Sofia Moutinho
Publicado em 13/02/2012 | Atualizado em 14/02/2012
Dando as caras de novo
O sagui ‘Saguinus fuscicollis cruzlimai’ se destaca pela coloração avermelhada de seu dorso. (foto: Ricardo Sampaio)
O ‘carinha’ da foto acima ficou desaparecido por quase 70 anos e muita gente até duvidava de sua existência. O Saguinus fuscicollis cruzlimai, cujo único registro era uma pintura, acaba de ser redescoberto por biólogos do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) e do Museu Paraense Emílio Goeldi na unidade de conservação Floresta Nacional do Purus, no limite entre os municípios de Pauini e de Boca do Acre, no sul do Amazonas. 
O dorso avermelhado do sagui, principal diferença da espécie redescoberta para as demais encontradas na região, ficou imortalizado na ilustração feita por Eládio Cruz Lima no livro Primatas da Amazônia, publicado em 1945 pelo Museu Goeldi. Com base no desenho, o animal foi descrito como uma espécie pelo biólogo estadunidense Philip Hershkovitz em 1966.
No entanto, a descrição carecia de informações e a espécie era desconsiderada pela União Internacional de Conservação da Natureza. O biólogo do Museu Goeldi José de Sousa e Silva Júnior, mais conhecido como Cazuza, conta que, antes da descrição de Hershkovitz, a instituição chegou até a ter um exemplar empalhado da espécie, mas que se perdeu nos anos 1940, deixando espaço para mais dúvidas.
Ninguém acreditava que o sagui era de uma nova espécie
“Ninguém acreditava que o sagui era de uma nova espécie”, conta. “Pensavam que se tratava de um indivíduo com alguma doença que dava a coloração diferente ou com uma variação própria que seria descartada pela seleção natural.”
Com essa história na cabeça, o biólogo Ricardo Sampaio, do ICMBio, iniciou a busca pelo primata misterioso. Durante o inventário Primatas em Unidade de Conservação da Amazônia,  financiado pelo ICMBio, o biólogo se deparou com o Saguinus fuscicollis cruzlimai em carne, osso e respiração. 
Ilustração
Antes da redescoberta, o único registro conservado da espécie era esta ilustração de Eládio Cruz Lima.
“Foi uma surpresa bastante agradável, pois muita gente duvidava que a espécie fosse real e não havia pesquisas para corroborar a sua existência”, diz Sampaio. “Mas, por outro lado, se ele realmente existisse, era bem provável que ocorresse na região; isso com base no material histórico deixado por Hershkovitz.”
Depois do encontro devidamente registrado, Sampaio recolheu quatro saguis para análises biométricas, de pelagem e genéticas. Atualmente, os dados estão sendo reunidos para concluir uma redescrição precisa da espécie.  
Apesar de ter ficado desaparecido por tanto tempo, o biólogo acredita que o Saguinus fuscicollis cruzlimai não seja raro, mas bem comum na região. No entanto, ressalta que mais estudos são necessários para conhecer a distribuição do animal na floresta. 
Segundo Silva Júnior, o sagui teria ficado longe dos olhos da ciência devido aos obstáculos oferecidos pela região da Flona do Purus, que durante muito tempo foi foco de doenças como a malária.
Para Sampaio, a descoberta é mais um exemplo da riqueza natural da Amazônia. “A floresta amazônica é um grande vazio de conhecimento; ainda há muito a ser descoberto”, diz. “Se achamos uma espécie de primata, que é um grupo relativamente bem documentado, e ainda por cima em uma região de alto avanço do desmatamento, como é o sul do Amazonas, imagina quantas outras espécies não se pode descobrir por lá!"

Sofia MoutinhoCiência Hoje On-line