terça-feira, 29 de maio de 2012

Quem dera eu fosse gênio assim...



"Garoto de 15 anos cria método 28 vezes mais rápido para detecção do câncer

Jack Andraka recebeu US$ 75 mil por sua invenção. Fórmula é ainda 28 vezes menos cara e 100 vezes mais sensível que os recursos atuais"
Divulgação / Intel ISEF 
Sim, é verdade. Isso realmente aconteceu e acontece todos os anos no Intel ISEF (Internacional Science and Engineering Fair), a maior feira de ciências pré-universitária do mundo, realizada para promover as invenções de jovens cientistas.

A invenção de Andraka é capaz de diagnosticar o câncer pancreático na sua fase inicial com apenas uma pequena quantidade de sangue ou urina. E o seu método é 28 vezes mais rápido, 28 vezes menos caro e 100 vezes mais sensível que os recursos atuais.Além disso, o estudo tem mais de 90% de precisão. 

Mais do que merecido os 75 mil dólares.

Também houve a participação de 18 projetos brasileiros, e todos que participam dessa feira concorrem a prêmios em dinheiro e bolsas em universidades do mundo todo.

Só falta um pouquinho mais da verba na educação, né??

Veja a matéria completa                           Saiba mais sobre o Intel ISEF                            

sábado, 26 de maio de 2012

Amendoim e Aflatoxina

Atenção 2°s anos da Ionara!

Quem é que gosta de amendoim??

Para ajudar nos estudos sobre fungos, a professora recomenda um link
http://www.micotoxinas.com.br/Boletim13.htm
Do Prof. Dr. Homero Fonseca da ESALQ-USP.
Se quiser ler no blog é só clicar aqui.


Abraços,
Da monitora Gabes ; )

DNA: Transcrição

Atenção alunos da Ionara dos 1°s anos!

 Que coisa é essa de Transcrição do DNA???

Para auxiliar nos estudos, a sua professora recomendou um link
http://www.bdc.ib.unicamp.br/bdc/visualizarMaterial.php?idMaterial=1110

Um material da UNICAMP com vídeo e animação passo-a-passo do processo de Transcrição.


Abraços,
Da monitora Gabes ; )

domingo, 15 de abril de 2012

1ª Lei de Mendel

       
  Este é um vídeo que conta um pouco da história de Mendel, além de recriarem passo-a-passo das suas pesquisas.

segunda-feira, 2 de abril de 2012

Projeto Água

ÁGUA AGUA

 Nada como uma história para explicar o que você vê aqui. A história é a gota de água preciosa, escrito por Christian Andersen em 1848 e aqui incorporados por Laura West, da Austrália, que deixou-nos uma lente para ver a água.

Você provavelmente sabe o que uma lupa, uma lente circular que faz as coisas de uma centena de vezes maior do que eles. Quando pegos e colocados na frente dos olhos, e olha para ela através de uma gota de água da lagoa lá fora, são mais de mil animais maravilhosos que de outra forma passariam despercebidos, e ainda são, não há dúvida. Parece quase um prato cheio de caranguejos de salto em frangalhos. Eles são muito vorazes, eles puxam uns aos outros braços e pernas, coxas e nádegas, e ainda são felizes e satisfeitos em sua própria maneira.

Pois eis que, uma vez que vivia um velho homem a quem todos chamavam Crible-Crable, por que era o seu nome. Sempre quis ser o melhor de todas as coisas, e se ele tomou, tomou por magia. Assim, como o perigo era iminente. O velho sentou-se um dia com uma lupa nos olhos, examinando uma gota de água que foi extraído de um pool do poço. Meu Deus! Inúmeros animais que se deslocam de um lado para outro, saltam e vem, vem e devoram uns aos outros.

- Eca! Exclamou o velho Crible-Crable. Não há nenhuma maneira de forçá-los a viver em paz e sossego, e fazer com que todos cuidar de suas coisas?
OPHRYDIUM SESSILE, EL PEQUEÑO GOLIAT
Ophrydium séssie, o Pequeno Golias

E pensar que você pensa, mas como era a solução teve que recorrer à feitiçaria. 

-Dê-lhes cor, vê-los mais bem contada, e eu coloquei uma gota de um líquido como vinho, mas era realmente bruxa sangue do melhor tipo, que de uma raridade. E todos os animais foram coradas rosa, parecia uma cidade cheia de selvagens nus.

- O que você tem aí? Perguntado outra velha bruxa que não tinha nome, e este foi apenas bom para ele.

-Se você adivinhar o que é-disse-Crible-Crable, dá para você, mas acertarlo não é tão fácil, se não conhecido. A bruxa nameless olhou pela lupa e realmente viu algo comparável a uma cidade onde as pessoas corriam nus. Foi horrível, mas foi ainda mais horrível ver como tudo empurrado e espancado, beliscado e riscado, pouco e desgreñaban. Isso foi até queria ir para baixo, e vice-versa.

- Olhe, olhe, Sua perna é mais longa que a minha. Paf! Fora com ele! Aqui está um que tem uma lombada atrás da orelha, uma chichoncito insignificante, mas dói, e vai doer ainda mais. E lançaram sobre ele e agarrou-o, e acabou comendo por causa da colisão. Outro permaneceu calmo, sossegado como uma empregada doméstica, a paz só pediu e tranquila. Mas a menina não poderia ficar no seu canto, teve que sair, agarrou-a e, ao mesmo tempo, foi massacrado e comido.

- É divertido! Disse a bruxa. Sim, mas o que você acha que é? Crible-Crable perguntou. Você consegue adivinhar? "Aqui, é muito fácil", respondeu o outro. É Copenhaga ou qualquer outra cidade grande, todos são iguais. É uma cidade grande, o que é.

PARAMECIUM BURSARIA, LAS VENTAJAS DE LA SIMBIOSIS
- É a água da piscina! Crible-Crable respondeu.  



























PARAMECIUM BURSARIA






PEQUEÑO OSTRÁCODO

Pequeno Ostrácado













Veja o projeto inteiro com aproximadamente 100 fotos!

http://www.flickr.com/photos/microagua/sets/72157604672481873/

segunda-feira, 19 de março de 2012

Faço neurônios, controlo a pressão...

 - Bom dia! Estamos aqui hoje com a nossa convidada especial, aquela que é tipo uma faz tudo, ninguém consegue viver sem ela... Seja bem vinda Bradicinina!
- Obrigada.
- Uma coisa que todos já sabemos é que a senhorita controla a pressão arterial. Isso já não é segredo há 53 anos!
- É verdade! Eu atuo diminuindo a pressão, muitos medicamentos foram feitos a partir de mim. Eu só permiti porque era para um bem maior. Afinal, de pessoa para pessoa eu trabalho de forma diferente, existem algumas em que eu sou meio preguiçosa para trabalhar, então essas acabam tendo que tomar remédio.
- Mas o que todos querem saber...É verdade que você fabrica neurônios?
- Não é bem assim... Na realidade eu faço as células-tronco se transformarem em neurônios.
- Porém não é só isso que você faz.
- É... Eu também protejo eles da morte, em casos de lesões cerebrais.
- Anjinho da guarda dos neurônios, hein!
- Hehehe, pode se dizer que sim.
- Um passarinho me contou que você ajuda as pessoas emagrecerem, será que você pode me dar uma ajudinha? Estou precisando perder uns quilinhos, hahaha...
- Hahaha... Imagine, você está ótima! É que eu só regulo a liberação do hormônio que induz à saciedade e reduzo o acúmulo de gordura. Sou mais culpada pela obesidade, em pessoas que possuem doenças neurológicas e não "me produzem" em quantidade suficiente.
- Mas, logo te teremos em medicamentos para tratar obesidade e isquemia, certo?

- Não! Fizeram muitos testes comigo. Eu até funciono nos testes, mas nos humanos eu causo efeitos indesejáveis graves, como edema cerebral e queda importante da pressão arterial.
- Que pena! Quem sabe commais pesquisas e tercnologia?
- Espero que sim. Vamos trabalhar para isso. Mas por enquanto eu só faço neurônios, controlo a pressão...
- O de sempre, hehehe... Foi ótimo estar com você hoje!
- Imagina! Sou eu que agradeço! 
- E aqui encerramos com mais um... Inside You!

(aplausos, aplausos e mais auplasos)

Baseado na reportagem "Fazedor de neurônios" da revista online da FAPESP
http://www.revistapesquisa.fapesp.br/?art=4543&bd=1&pg=1

segunda-feira, 12 de março de 2012

Biologia em mangá?

Sim!! Isso existe. É um livro de biologia molecular feito em mangá.



Conta a estória de Rin e Ami que mataram aulas de biologia molecular o semestre inteiro, e o professor Moro decidiu dar um basta nesta situação – e como castigo condenou as duas a passarem o verão estudando em sua ilha particular. Mas, usando a máquina de realidade virtual do Dr. Moro, elas viajam pelo corpo humano e vêem de perto o  mundo da biologia molecular.

No livro você pode aprender:
- As organelas e proteínas dentro das células, e como elas oferecem suporte para as funções celulares
- Os processos de transcrição e tradução e o papel de seus genes na síntese de proteínas
- As partes que compõem nosso código genético, como nucleotídeos, códons, introns e exons
- Os processos de duplicação de DNA, mitose e citocinese
- Engenharia genética, como transdução e clonagem, e o papel da biologia molecular na medicina.


Ele também traz personagens divertidos como o Homem-Enzima e Alcoolzilla, que mostram como o fígado metaboliza o álcool.

Mas, não é muito recomendado pra quem já sabe do assunto ou para a juventude que não goste de desenhos em preto e branco.

Se você quiser um, o livro custa em média quarenta reais e possui mais de duzentas páginas.

Que tal? Pra variar um pouquinho.

terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

Ciência Hoje


Essa é uma reportagem publicada por Sofia Moutinho para o Ciência Hoje On-line. Para acessar o site você pode ir ao lado do nosso blog no quadro "Veja também!".

Dando as caras de novo

Espécie de sagui escondida por quase 70 anos é redescoberta na Amazônia. O animal só havia sido descrito com base em uma ilustração científica e seu local de ocorrência era desconhecido. Agora, pesquisadores trabalham numa descrição mais completa.
Por: Sofia Moutinho
Publicado em 13/02/2012 | Atualizado em 14/02/2012
Dando as caras de novo
O sagui ‘Saguinus fuscicollis cruzlimai’ se destaca pela coloração avermelhada de seu dorso. (foto: Ricardo Sampaio)
O ‘carinha’ da foto acima ficou desaparecido por quase 70 anos e muita gente até duvidava de sua existência. O Saguinus fuscicollis cruzlimai, cujo único registro era uma pintura, acaba de ser redescoberto por biólogos do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) e do Museu Paraense Emílio Goeldi na unidade de conservação Floresta Nacional do Purus, no limite entre os municípios de Pauini e de Boca do Acre, no sul do Amazonas. 
O dorso avermelhado do sagui, principal diferença da espécie redescoberta para as demais encontradas na região, ficou imortalizado na ilustração feita por Eládio Cruz Lima no livro Primatas da Amazônia, publicado em 1945 pelo Museu Goeldi. Com base no desenho, o animal foi descrito como uma espécie pelo biólogo estadunidense Philip Hershkovitz em 1966.
No entanto, a descrição carecia de informações e a espécie era desconsiderada pela União Internacional de Conservação da Natureza. O biólogo do Museu Goeldi José de Sousa e Silva Júnior, mais conhecido como Cazuza, conta que, antes da descrição de Hershkovitz, a instituição chegou até a ter um exemplar empalhado da espécie, mas que se perdeu nos anos 1940, deixando espaço para mais dúvidas.
Ninguém acreditava que o sagui era de uma nova espécie
“Ninguém acreditava que o sagui era de uma nova espécie”, conta. “Pensavam que se tratava de um indivíduo com alguma doença que dava a coloração diferente ou com uma variação própria que seria descartada pela seleção natural.”
Com essa história na cabeça, o biólogo Ricardo Sampaio, do ICMBio, iniciou a busca pelo primata misterioso. Durante o inventário Primatas em Unidade de Conservação da Amazônia,  financiado pelo ICMBio, o biólogo se deparou com o Saguinus fuscicollis cruzlimai em carne, osso e respiração. 
Ilustração
Antes da redescoberta, o único registro conservado da espécie era esta ilustração de Eládio Cruz Lima.
“Foi uma surpresa bastante agradável, pois muita gente duvidava que a espécie fosse real e não havia pesquisas para corroborar a sua existência”, diz Sampaio. “Mas, por outro lado, se ele realmente existisse, era bem provável que ocorresse na região; isso com base no material histórico deixado por Hershkovitz.”
Depois do encontro devidamente registrado, Sampaio recolheu quatro saguis para análises biométricas, de pelagem e genéticas. Atualmente, os dados estão sendo reunidos para concluir uma redescrição precisa da espécie.  
Apesar de ter ficado desaparecido por tanto tempo, o biólogo acredita que o Saguinus fuscicollis cruzlimai não seja raro, mas bem comum na região. No entanto, ressalta que mais estudos são necessários para conhecer a distribuição do animal na floresta. 
Segundo Silva Júnior, o sagui teria ficado longe dos olhos da ciência devido aos obstáculos oferecidos pela região da Flona do Purus, que durante muito tempo foi foco de doenças como a malária.
Para Sampaio, a descoberta é mais um exemplo da riqueza natural da Amazônia. “A floresta amazônica é um grande vazio de conhecimento; ainda há muito a ser descoberto”, diz. “Se achamos uma espécie de primata, que é um grupo relativamente bem documentado, e ainda por cima em uma região de alto avanço do desmatamento, como é o sul do Amazonas, imagina quantas outras espécies não se pode descobrir por lá!"

Sofia MoutinhoCiência Hoje On-line

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

OGM


Elizabeth Munhós, 11085
Giovana de Oliveira, 11091
Laís Oliveira, 11100
Paula Gonçalves, 11104
Pedro Gabiatti, 11105
Vinicius Pontel, 11114

OGM é a sigla de Organismos Geneticamente Modificados, de modo a favorecer características desejadas, como a cor, tamanho etc. OGMs possuem alterações em trechos do genoma realizadas através da tecnologia do DNA recombinante ou engenharia genética.
Como exemplo de um OGM: se isolarmos os genes que determinam a cor da casca da maçã e os pusermos numa banana, teremos uma banana que ao amadurecer não será amarela, mas sim vermelha. Esta banana vermelha passará a ser considerada um alimento transgênico.
Os transgênicos não surgiram apenas por curiosidade de cientistas, mas pela necessidade de aumentar a produção de alimentos; uma planta com maior teor de nutrientes saciaria a fome e traria benefícios à saúde, melhorando a produtividade agrícola sem aumentar a área cultivada, aumentando os lucros dos produtores, sem afetar áreas de preservação ambiental. Existe, inclusive, uma Comissão Técnica de biossegurança, a CTNBio, composta por um grupo de cientistas que presta apoio técnico ao Governo Federal na formulação, atualização e implementação da Política Nacional de Biossegurança relativa a transgênicos, bem como no estabelecimento de normas técnicas de segurança e pareceres técnicos conclusivos referentes à proteção da saúde humana, dos organismos vivos e do meio ambiente, para atividades que envolvam a construção, experimentação, cultivo, manipulação, transporte, comercialização, consumo, armazenamento, liberação e descarte de transgênicos e derivados.
Há um debate polêmico a respeito dos benefícios reais dos OGMs. Muitos pesquisadores, ambientalistas e cientistas apontam riscos decorrentes da produção e consumo dos alimentos transgênicos que vão muito além da segurança nutricional dos alimentos. Ecologicamente, podem ocorrer: eliminação de insetos e microorganismos do ecossistema, devido à exposição a substâncias tóxicas; contaminação de culturas convencionais; a geração de ervas daninhas e insetos resistentes a herbicidas e inseticidas; contaminação genética da biodiversidade e dos solos e lençóis freáticos, etc. Também há o temor de que o cultivo e o consumo de transgênicos trariam riscos à saúde humana e animal, como o aparecimento de alergias, sem possibilidade de controlá-las; há ainda o receio de que os transgênicos se tornem sementes estéreis, fazendo os agricultores dependerem totalmente dos produtores de tais sementes. Há ainda o receio de que ocorra redução da produtividade das colheitas convencionais, o que levaria à exclusão dos pequenos agricultores que não teriam condições financeiras de comprar sementes transgênicas.

Ação Gênica

Nome: Renan Massao Nakamura -11110 - 1º ELD


1.      Ação Gênica
1.1  Transcrição
Os genes são unidades hereditárias constituídas de DNA que possuem informações para síntese de proteínas.            Podemos dividir a síntese de DNA em duas etapas: transcrição e tradução. Durante a transcrição, uma molécula de RNA é sintetizada a partir do “molde” de uma molécula de DNA (RNAm). A enzima RNA polimerase é a mediadora desse processo. O RNA sai do núcleo e se fixa no ribossomo, indicando o molde para síntese de proteínas.
Partimos para a tradução. É durante esse processo que a síntese de proteínas se conclui. O ribossomo, por meios de reações químicas identifica o código e sintetiza as proteínas. O código genético conduz o crescimento do corpo por meio da produção de proteínas características para individuo.

2.      Genes
2.1  Procarióticos
 Os genes procarióticos têm como principal diferença a inexistência da carioteca. O material genético fica na célula. Eles também normalmente armazenam seus genomas em um único cromossomo, circular grande, às vezes suplementada por pequenos círculos de DNA chamado plasmídeo, que normalmente codifica apenas alguns genes e são facilmente transferíveis entre os indivíduos.
2.2  Eucarióticos
Os genes eucarióticos se encontram dentro da carioteca e Embora alguns eucariontes simples também possuem plasmídeos com pequeno número de genes, a maioria dos genes eucarióticos são armazenadas em múltiplos cromossomos lineares, que são embalados dentro do núcleo em um complexo com proteínas de armazenamento chamadas histonas



http://www.colegioweb.com.br/biologia/a-genetica-molecular.html

domingo, 11 de setembro de 2011

Investigações pelo DNA

RAs: 11018, 11020, 11003;

O futuro das investigações e reconhecimentos de criminosos está prometido a investigação pelo DNA. Mas isso gera uma pequena polemica, devido ao fato do reconhecimento se dar a partir da comparação. Necessitando então de DNA da vitima e dos suspeitos, mas ninguém é obrigado a produzir provas contra si mesmo e como fazer isso sem violar a privacidade de ambos é uma das questões que complicam a situação. Uma amostra válida de DNA para fins de identificação criminal, a exemplo do que vemos em seriados como CSI pode ser retirada de transpiração, saliva, urina ou cera de ouvido, assim como de sêmen e da mucosa da boca. O exame de DNA para identificação criminal poderá ser instituído em todo o País. É o que determina o Projeto de Lei 417/03, do deputado Wasny de Roure (PT-DF), que prevê a realização do exame para o preso em flagrante delito, para o indiciado em inquérito policial e para aqueles contra os quais tenha sido expedido mandado de prisão judicial. A proposta dispensa a obrigatoriedade do exame para possibilitar que os estados possam se adequar à nova lei. Nos estados que não tiverem condições de realizá-lo, devido ao alto custo necessário aos exames, a identificação continuará sendo feita pelo processo datiloscópico e fotográfico. Wasny de Roure explica que o PL corrige uma das maiores distorções do Direito Penal, que possibilita a prisão de inocentes cujos documentos tenham sido usados por criminosos. Segundo ele, a nova tecnologia do DNA já é amplamente aceita pelos tribunais nacionais e internacionais. O projeto foi encaminhado ao exame da Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado, onde tem como relator o deputado Arnaldo Faria de Sá (PTB-SP). Por Mauren Rojahn / RO.

Terapia Gênica

Isabele Akemi (09023) e Luiza Elias (09028) – 3º Alimentos

A terapia gênica é um tratamento de doenças baseado na transferência de material genético e de uma forma simples pode ser considerada como a qual consiste na inserção de genes funcionais em células com genes defeituosos, para substituir ou complementar esses genes causadores de doenças.
                Basicamente há dois tipos de técnicas utilizadas na terapia gênica: germinativa que se caracteriza pela introdução do material genético nos espermatozóides ou óvulos (células germinativas) e a somática pela qual se introduz o material genético em quaisquer outras células.
                Atualmente, há muitas pesquisas de terapias gênicas em andamento com o objetivo de melhorar o tratamento ou achar a cura de doenças hereditárias e adquiridas, sendo as principais a AIDS, doenças cardiovasculares e diversos tipos de câncer. Apesar da maior dificuldade de conseguir modificar os genes que causam as doenças multifatoriais como as doenças cardiovasculares, estas são as mais pesquisadas devido ao maior índice de ocorrência na população mundial.
                Na maioria dos estudos desta área, um gene normal colocado dentro do genoma e é usado para substituir um gene anormal causador da doença, porém para isso é usado uma molécula carregadora, denominada Vetor, que é utilizado para levar o gene terapêutico para as células-alvo do paciente. Uma vez que os cientistas têm tentado tirar vantagem da capacidade do vírus de infectar a célula humana modificando-o para remover os genes causadores de doenças e inserir os de interesse terapêutico, este se tornou o tipo de vetor mais comum.  Assim o vetor viral, leva o material contendo o gene humano terapêutico para dentro da célula alvo e a geração de uma proteína funcional (produto do gene terapêutico), por exemplo, restabelece a célula alvo, o que pode representar a cura da doença. 

                Por esse motivo a terapia gênica é considerada como a esperança de tratamento para um grande número de doenças consideradas incuráveis por métodos convencionais como as diversas formas de câncer e doença infecciosas, por outro lado há algumas dúvidas e incertezas como qual a segurança e eficácia deste método no tratamento quando o vetor é baseado em vírus como HIV.

LINKS PRINCIPAIS
(Aplicações) http://www1.folha.uol.com.br/folha/ciencia/ult306u11106.shtml

Células-tronco

3º Eletroeletrônica Diurno
Grupo:                                                                RA:
Ana Thereza Silva C. Vasconcellos           09043

Lucas Venturini Ayres Cunha                     09058
Monizze Missio de Faria                              09067
Rafael Kotchetkoff Carneiro                      09071

As células-tronco são um tipo específico de células que possuem duas características especiais que as diferencia das demais células: a de se transformar em outros tipos de células (incluindo as do cérebro, coração, ossos, músculos e pele, o que torna diferente das demais, que só podem trazer parte de um tecido específico); e a de poder gerar cópias idênticas de si mesmas. São células semelhantes às células progenitoras, porém são capazes de se replicar indefinidamente, enquanto as progenitoras contem um número limitado de vezes para se replicar.
            Por causa dessas capacidades, as células-tronco estão sendo muito estudadas com o intuito de usá-las em pró do avanço medicinal na cura e recuperação de muitas doenças sendo utilizadas como células substitutas em tecidos lecionados ou doentes (como nos casos de Alzheimer, Parkinson e doenças neuromusculares em geral) ou ainda no lugar de células que o organismo deixa de produzir por alguma deficiência (como no caso de diabetes).
            Há três maneiras de coletar essas células em nosso organismo:
As células-tronco embrionárias são extraídas do embrião humano e podem produzir quase todo tipo de células embrionárias.
As células-tronco adultas são encontradas em diversos tecidos como medula óssea, sangue, placenta e fígado. Porém contém uma capacidade de diferenciação limitada, dificultando assim a produção de tecidos.
Em contrapartida, as células-tronco mesenquimais são encontradas principalmente na medula óssea e no tecido adiposo, contendo grande capacidade de diferenciar-se em variados tipos de tecidos e são utilizadas com frequência na regeneração de tecidos danificados, como cardíaco, ósseo, neural, cartilaginoso e hepático.
            No entanto, o maior problema enfrentado no tratamento feito pelas células-tronco é o modo como elas são obtidas, já que, além de ser um processo muito delicado, gera uma grande discussão a respeito da ordem ética e religiosa que gira em torno desse assunto, afinal, entre outras coisas, ainda não se tem certeza se o uso de células embrionárias pode causar tumores nos pacientes, e os grupos que se opõem a esse processo (entre eles a Igreja) afirmam que a técnica envolve a morte de um ser humano, apesar de ainda em estado embrionário. Portanto, percebe-se que se trata de uma discussão polêmica com argumentos inconclusivos de ambos os lados. Enquanto houver essa questão sobre a definição de vida e se um feto a possui, a pesquisa sobre células-tronco ficará extremamente prejudicada, atrasando possíveis descobertas importantes para a medicina, como cura para o Alzheimer, esclerose múltipla etc.
Bibliografia

Melhoramento genético

1ºELD


Nomes: RA:
Gustavo N. Gonçalves 11096
Henrique Aires Silva 11097




* São alimentos criados em laboratórios com a utilização de genes (parte do código genético) de espécies diferentes de animais, vegetais ou micróbios. Os genes são tirados da célula viva, modificados e implantados novamente (enxerto).
* É utilizado para resolver problemas normalmente relacionados à agropecuária (exemplo: pragas, aumento do tamanho e forma do vegetal, etc.)
* Seus resultados são comumente chamados Alimentos Transgênicos, esses produtos são avaliados por um órgão publico que julgará a possibilidade de distribuição destes
* A prática descontrolada desta técnica pode causar perda de alelos característicos das espécies, pois há a seleção genética e exclusão das 'más' características, causando perda de variabilidade genética da espécie
* Os organismos geneticamente modificados , são aqueles que tiveram seu código genético alterados, e essa ação não ocorreu naturalmente
* A ciência responsável por essas modificações nos genes das celulas é chamada Engenharia Genética
* A maioria dos alimentos transgênicos não possui testes de longa data, o que traz menor segurança à população.
* Como pontos positivos dos alimentos transgênicos temos: aumento da produção de alimentos, melhoria do conteúdo nutricional, maior resistência e durabilidade na estocagem.
* Já como pontos negativos temos: Aumento das reações alérgicas, perigo de substituição das espécies originais por espécies transgênicas, fim com fontes de alimentos de insetos(antigos predadores) ocasionando desequilíbrio na cadeia alimenta e até criar formas mutantes, mais fortes, destes insetos.

Fecundação In Vitro

Marina Mastrelli 11072 Isadora Amalfi 11690 Ana Cláudia Piau 11043 

Júlia Santos 11065 Carolina Martins 11053  1°TA



A Fertilização In Vitro é uma técnica de reprodução que foi desenvolvida por haver casos de infertilidade tubária, ou seja, pacientes em que as tubas uterinas estavam ausentes ou irreparavelmente obstruídas. O aprimoramento das técnicas de FIV ampliou as em laboratório onde os óvulos são recolhidos a partir dos ovários da mulher, e fecundados em laboratório com espermatozóides do homem(50 a 100 mil) escolhidos para esse efeito.
Ou seja, a fecundação ocorre fora do organismo da mulher (da onde vem a expressão “bebe proveta”).
Para isso é necessário uma preparação do óvulo e do espermatozóide. Antes do procedimento é feita uma estimulação ovárica através de medicamentos e acompanhamento medico. Com isso é definido o melhor dia para a coleta dos oócitos. Após os oócitos serem obtidos, ficam em um laboratório de embriologia, são selecionados os melhores, em um meio de cultura especial, com condições de temperatura e pressão adequadas, e assim começam a se dividir e formar um embrião. Depois de 2 a 4 horas na estufa, eles estarão prontos para a fertilização.
Após ocorrer a fecundação do óvulo ele é colocado no útero materno, e os    espermatozóides após passaram pela seleção posteriormente serão injetados        também no útero no período de ovulação.
A possibilidade de gravidez na inseminação artificial é de 70%, por isso os médicos injetam vários embriões para que se possa assim aumentar as chances. Na maioria dos casos a gravidez não ocorre na primeira tentativa.
Mais de 3,75 milhões de bebês já nasceram graças à fertilização in vitro desde Louise Brown, o primeiro 'bebê de proveta' da história, há 32 anos. Mais de 250 mil nascem todos os anos. Entre 20% e 30% dos óvulos fecundados em laboratório levam ao nascimento de um bebê, mas a taxa de sucesso varia de acordo com a idade da mãe, quanto mais jovem, mais chances.
Um em cada seis casais no mundo passa por alguma forma de problema de infertilidade pelo menos uma vez durante seu período fértil. A infertilidade é relacionada a causas psicológicas e a hábitos como o fumo, o sobrepeso e o estresse, além da idade.
E um dos principais objetivos da fecundação in vitro é de poder proporcionar a felicidade de ser pai e mãe àquelas que têm algum problema para engravidar, evitando a depressão e outras doenças psicológicas causadas pela infertilidade.




IDENTIFICAÇÃO DE PESSOAS PELO DNA

3°ELD
Grupo:
Danilo Saito Nogueira
Guilherme Seiji Ito
Rafael Gonsalves Cruvinel
Rogério Seigo Shakata
Victor Andrés Figueiredo Perez
Vitor Augusto Petaccia Dias

Nos últimos anos, a evidência de DNA passou a desempenhar um papel importante nos sistemas de justiça criminal de muitas nações. É utilizada para provar que os suspeitos estiveram envolvidos em crimes e para libertar pessoas condenadas erroneamente e para a identificação de paternidade.

Uma molécula de DNA é uma cadeia longa e contorcida conhecida como dupla hélice. O DNA parece bastante complexo, mas na realidade é formado por apenas quatro nucleotídeos:
  • adenina
  • citosina
  • guanina
  • timina
Esses nucleotídeos existem como pares de base. A adenina e a timina sempre formam pares, assim como a citosina com a guanina. Existem em cada pessoa 3 milhões de pares de bases de DNA (aproximadamente 0,10% de todo o genoma) que são diferentes.
Em células humanas, o DNA está agrupado em 23 pares de cromossomos. Um membro de cada par de cromossomos vem de sua mãe e outro de seu pai. Em outras palavras, seu DNA é uma combinação dos DNAs de sua mãe e de seu pai.. E isso faz seu DNA ser único.
Existem alguns métodos de avaliação para determinação dos culpados por um crime ou a paternidade de uma criança. O método mais seguro conhecido é o teste de DNA, que apresenta uma eficiência em seus resultados obtidos de aproximadamente 99,9%, sua aplicação é praticamente infalível.

Atualmente são empregados dois tipos de teste de DNA: O RFLP (Polimorfismo de Comprimento do Fragmento de Restrição) e o PCR (Reação em cadeia de Polimerase).

O RFLP consiste na avaliação do comprimento de uma cadeia de DNA fragmentada a partir da atuação de uma enzima, que irá quebrar a cadeia em pontos específicos de acordo com sua especialização.  As diversas partes do DNA fragmentado passam então por eletroforese que permite a determinação de seu comprimento no código genético.

O PCR é usado como etapa anterior à STR (Repetição de Arranjos Curtos) , a qual a determinação se baseia na freqüência com que bases semelhantes se repetem em locais específicos de uma cadeia de DNA

Os avanços na evidência de DNA
Trata-se de uma área complexa da ciência forense que se baseia em grande parte em antecipações estatísticas; nos primeiros casos, em que os jurados depararam com muitas evidências fortemente carregadas de fórmulas matemáticas, era fácil para os advogados de defesa criarem dúvidas na mente dos jurados. Desde então, alguns avanços permitiram que os investigadores criminais aperfeiçoassem técnicas envolvidas e enfrentassem desafios legais para as impressões digitais do DNA. Eis alguns desses aprimoramentos:
·         novos procedimentos de testes - a análise RFLP necessitava de grandes quantidades de DNA de qualidade relativamente alta. Os procedimentos mais recentes necessitam de bem menos DNA e podem ser concluídos mais rapidamente;
·         fonte de DNA - a ciência tem maneiras de extrair DNA de fontes que
·         bancos de dados de DNA expandidos - vários países, construíram bancos de dados elaborados com centenas de milhares de perfis individuais de DNA. O DNA armazena muito mais informações sobre uma pessoa do que as impressões digitais. Por exemplo, o DNA de uma pessoa inclui informações sobre tudo, desde a cor dos olhos até defeitos genéticos.
·         treinamento - os laboratórios criminais desenvolveram protocolos formais para manipular e processar a evidência, reduzindo a probabilidade de contaminação das amostras.
·         educação científica - nos últimos anos, muitos debates surgiram em todo o mundo a respeito de questões como a utilização da evidência de DNA, clonagem de animais ou venda de alimentos geneticamente modificados. Desde essa época, os estudos sobre o DNA e suas propriedades têm se tornado mais profundos e divulgados.




Links de vídeos relacionados com o assunto:

sábado, 10 de setembro de 2011

Melhoramento Genético

3°ELD
Gabriel Galvão 09049
Kauê Felipe Neves 09056
Patricia Suzi 09068
Raphael Leite 09072
Zhi Ming Mar 09080



Melhoramento Genético é um método utilizado pelos humanos desde a criação da Agricultura há 10000 anos. Foi criado pelo homem para obter seres vivos com características ou fenótipos que o beneficiem. Normalmente essa técnica é utilizada através da seleção e do cruzamento de seres que possuam as características desejadas. Esse procedimento originou inúmeras raças de animais e variedades vegetais que, hoje, fazem parte de nosso dia-a-dia. Cavalos e jumentos são cruzados para produzir híbridos – mulas e burros – utilizados para serviços de tração; o gado leiteiro e o de corte são hoje muito mais produtivos que os de antigamente; plantas como milho, feijão e soja produzem atualmente grãos de excelente valor nutritivo. Entretanto, com os avanços na área da Genética o homem pode hoje em dia realizar melhoramento genético de animais, vegetais e até humanos manipulando-se os genes para gerar benefícios. No caso do homem, o melhoramento da espécie teria como objetivo torná-lo imune a doenças, aumentar sua longevidade, entre outros. No entanto esse tipo de atividade em humanos ainda é proibido.


Genoma


              Juliana Yuka Furukawa - RA:11068          Turma: 1TA
              Laura Lisboa - RA:11069
              Matheus Henrique - RA: 11073

O GENOMA trata-se do conjunto de genes de determinada espécie, os quais são responsáveis pela reprodução, herança genética e também responsáveis pelas variações de aspecto relacionados à descendência.
O PGH (Projeto Genoma Humano) consiste em um projeto de âmbito internacional, iniciado com os objetivos de:
- Fazer a identificação e o mapeamento dos genes que estimava-se existir no DNA das células humanas;
-
Determinar as sequências dos 3 bilhões de bases químicas que compõem o DNA humano;
- Em bancos de dados, fazer o armazenamento das informações obtidas. Desenvolver ferramentas eficientes para analisá-las e torná-las acessíveis para outras pesquisas.
O Projeto Genoma Humano tem sua importância na busca pelo melhoramento humano, e também por tentar tratar ou até mesmo apresentar a cura para doenças genéticas. Temos como exemplo, a Anemia Falciforme, uma das mais conhecidas doenças genéticas que foi a primeira a ter seu gene identificado.
PROTEOMA é o conjunto das proteínas que participam do funcionamento dos organismos vivos. O genoma humano já foi “mapeado” por completo, assim como de outras espécies vivas, e agora há pesquisas para se catalogar todas as proteínas, sua composição, estrutura – de aminoácidos como também tridimensional -  e funções que cada uma exerce nos organismos. Com isso poderá se saber como funciona a interação entre cada uma delas e utilizar esse conhecimento a favor da humanidade em diversas áreas como indústria alimentícia, manipulação de espécies ou medicina.
O entendimento completo do proteoma se mostra muito mais extenso e complexo que o genoma, já que o DNA possui somente quatro bases nitrogenadas, as proteínas estão compostas de aminoácidos, dos quais existem 20 tipos diferentes. Além disso, o DNA encontra-se sempre no núcleo da célula, enquanto podemos encontrar proteínas em outras partes das células, e até mesmo em células com funções específicas, em estágios celulares específicos.
Atualmente já se identificou cerca de 2.500 proteínas diferentes, mas estima-se que a contagem esteja bem longe do final.

·         Empresa brasileira que trabalha com genomas para o diagnóstico, monitoramento de doenças infecciosas e Genética Humana http://www.centrodegenomas.com.br/index.asp?IdSite=1
·         Vídeo explicativo sobre Genomas Humanos http://www.youtube.com/watch?v=_G7mf2qeIsI&feature=related
·         Laboratório de proteomas da Unifesp
 http://www.unifesp.br/centros/proteomica

Células-tronco


Grupo:
Daniel Godoy Marques   11159
Gabriel Scalet Bicalho    11166
Guilherme Murari            11167
Luan Marchini Nico    11173
Lucas Cleto de Oliveira  11174
Raphael Issamu Kikuchi 11185


Há um tempo, quando o assunto das células-tronco foi primeiramente mencionado na mídia, achava-se que seria o fim de todos os males. O estudo da medicina, para os mais otimistas, chegaria ao seu fim, assim que acabassem de descobrir tudo o necessário sobre células-tronco. Bom, ainda não se sabe se isso é verdade, pois, vários anos depois, esse assunto não deu grandes avanços. Diversas razões podem ser usadas para explicar isso: a Igreja, que tenta impedir os avanços científicos nessa área, a falta de investimento e até mesmo a complexidade do tema.
            Hoje já há cura para várias doenças em razão das células-tronco, é claro, mas não foi atingido nem 5% do que elas podem propiciar. Alguns cientistas estão, por exemplo, produzindo células-tronco de animais ameaçados de extinção, para ajudar a aumentar sua população. As pesquisas envolvendo células-tronco vinham ocorrendo na China, que tinha um ponto de vista bastante liberal sobre o assunto. Mas o governo comunista chinês impôs agora proibições nas pesquisas com tais, por motivos éticos. A proibição traz um grande prejuízo no avanço das pesquisas, que desenvolviam meios de tratamento para as mais diversas enfermidades.
As células-tronco podem ser encontradas em diversos tecidos tanto de crianças como adultos, porém a quantidade é pequena e não se sabe ainda ao certo como elas agem em cada tecido. Alguns experimentos já mostraram resultado: células-tronco retiradas da medula de indivíduos com problemas cardíacos, por exemplo, foram capazes de reconstituir um músculo do coração. Também foi descoberto que o sangue do cordão umbilical e da placenta é rico em células-tronco e que se poderia utilizar células-tronco embrionárias de embriões descartados em clínicas de fertilização, porém o assunto gera muitas discussões.
Mas afinal, o que são as células-tronco? Ao contrário das demais células do organismo, elas possuem grande capacidade de transformação, e por isso podem dar origem a diferentes tecidos. Após a fecundação, a célula formada (zigoto) é totipotencial, ou seja, tem a capacidade de originar todo o indivíduo, enquanto a célula pluripotencial, originadas da célula primária, não tem essa capacidade (mas ambas podem gerar qualquer outra célula do corpo). Essas células podem ser classificadas como adultas e embrionárias. As Adultas podem ser encontradas em partes do organismo formado, como na medula e no fígado. Porém, são mais utilizadas para células de cordão umbilical, da placenta e medula óssea. Pelo fato de serem retiradas do próprio paciente, oferecem baixo risco de rejeição, porém a capacidade de transformação é bem menor.

Links:
http://www.google.com/hostednews/afp/article/ALeqM5gCAkgeBLB0YVOHr46MA_WV55M_3A?docId=CNG.0b0f397e0d1b0b46798ec8d947e98cc8.21
http://www.diariodasaude.com.br/news.php?article=desilusoes-celulas-tronco&id=6817
http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0103-40142004000200016&script=sci_arttext
http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=fios-vivos-feitos-celulas-tronco&id=010160100727
http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=forca-mecanica-induz-diferenciacao-celula-tronco-embrionaria&id=010165091105
http://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2011/05/cientistas-americanos-encontram-celulas-tronco-no-pulmao.html
http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2011/09/110901_stemcell_stroke_trial_mv.shtml