Elizabeth Munhós, 11085
Giovana de Oliveira, 11091
Laís Oliveira, 11100
Paula Gonçalves, 11104
Pedro Gabiatti, 11105
Vinicius Pontel, 11114
OGM é a sigla de Organismos Geneticamente Modificados, de modo a favorecer características desejadas, como a cor, tamanho etc. OGMs possuem alterações em trechos do genoma realizadas através da tecnologia do DNA recombinante ou engenharia genética.
Como exemplo de um OGM: se isolarmos os genes que determinam a cor da casca da maçã e os pusermos numa banana, teremos uma banana que ao amadurecer não será amarela, mas sim vermelha. Esta banana vermelha passará a ser considerada um alimento transgênico.
Os transgênicos não surgiram apenas por curiosidade de cientistas, mas pela necessidade de aumentar a produção de alimentos; uma planta com maior teor de nutrientes saciaria a fome e traria benefícios à saúde, melhorando a produtividade agrícola sem aumentar a área cultivada, aumentando os lucros dos produtores, sem afetar áreas de preservação ambiental. Existe, inclusive, uma Comissão Técnica de biossegurança, a CTNBio, composta por um grupo de cientistas que presta apoio técnico ao Governo Federal na formulação, atualização e implementação da Política Nacional de Biossegurança relativa a transgênicos, bem como no estabelecimento de normas técnicas de segurança e pareceres técnicos conclusivos referentes à proteção da saúde humana, dos organismos vivos e do meio ambiente, para atividades que envolvam a construção, experimentação, cultivo, manipulação, transporte, comercialização, consumo, armazenamento, liberação e descarte de transgênicos e derivados.
Há um debate polêmico a respeito dos benefícios reais dos OGMs. Muitos pesquisadores, ambientalistas e cientistas apontam riscos decorrentes da produção e consumo dos alimentos transgênicos que vão muito além da segurança nutricional dos alimentos. Ecologicamente, podem ocorrer: eliminação de insetos e microorganismos do ecossistema, devido à exposição a substâncias tóxicas; contaminação de culturas convencionais; a geração de ervas daninhas e insetos resistentes a herbicidas e inseticidas; contaminação genética da biodiversidade e dos solos e lençóis freáticos, etc. Também há o temor de que o cultivo e o consumo de transgênicos trariam riscos à saúde humana e animal, como o aparecimento de alergias, sem possibilidade de controlá-las; há ainda o receio de que os transgênicos se tornem sementes estéreis, fazendo os agricultores dependerem totalmente dos produtores de tais sementes. Há ainda o receio de que ocorra redução da produtividade das colheitas convencionais, o que levaria à exclusão dos pequenos agricultores que não teriam condições financeiras de comprar sementes transgênicas.
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