Ana Manfrinatti RA: 11001
Gabriela Borges RA: 11013
Gustavo Krueger RA: 11015
Ítalo de Assis RA: 11019
José Lucas RA: 11024
1º MECD
O termo clone foi criado em 1903 pelo botânico Herbert J. Webber, o termo vem da palavra grega “Klón”, que significa “broto vegetal”. É utilizada para designar basicamente um conjunto de células, moléculas ou organismos descendentes de uma célula e que são geneticamente idênticas à célula original.
O processo de clonagem natural ocorre em alguns seres, como as bactérias e outros organismos unicelulares que realizam sua reprodução pelo método da bipartição. No caso dos humanos, os clones naturais são os gêmeos univitelinos, ou seja, são seres que compartilham do mesmo material genético (DNA), sendo originado da divisão do óvulo fecundado.
Clonagem é um método científico artificial de reprodução onde são obtidos indivíduos geneticamente iguais (microorganismo, vegetal ou animal) a partir de uma célula-mãe. (são utilizadas células somáticas no lugar do óvulo e do espermatozóide).
A primeira experiência com clonagem de animais ocorreu no ano de 1996. O doutor Ian Wilmut conseguiu clonar uma ovelha, batizada de Dolly. Após esta experiência, vários animais foram clonados, como por exemplo, bois, cavalos, ratos e porcos.
Foi descoberto que uma célula somática de mamífero, já diferenciada, poderia ser reprogramada ao estágio inicial e voltar a ser totipotente.
A ovelha Dolly foi gerada através da transferência do núcleo de células somáticas mamárias retiradas de um animal adulto. A parte nuclear das células, onde encontramos genes, foi retirada e o núcleo da célula somática foi introduzido dentro do óvulo de uma outra ovelha, de onde haviam sido retirados os núcleos.
Desta forma, formaram-se células artificiais. Através de um choque elétrico, as células foram estimuladas, após um estado em que ficaram "dormindo". Os genes passaram a agir novamente e formaram novos embriões, que introduzidos no útero de uma ovelha acabou por gerar a ovelha Dolly.
A ovelha Dolly morreu alguns anos depois da experiência e apresentou características de envelhecimento precoce. Suspeita-se que o telômero (parte do cromossomo responsável pela divisão celular) pode ter sido a causa do envelhecimento precoce do animal.
No caso da clonagem humana reprodutiva, a proposta seria retirar-se o núcleo de uma célula somática, que teoricamente poderia ser de qualquer tecido de uma criança ou adulto, inserir este núcleo em um óvulo e implantá-lo em um útero (que funcionaria como uma barriga de aluguel). Se este óvulo se desenvolver teremos um novo ser com as mesmas características físicas da criança ou adulto de quem foi retirada a célula somática. Seria como um gêmeo idêntico nascido posteriormente.
A clonagem de seres humanos envolve várias questões éticas e religiosas. De um lado, as religiões colocam-se radicalmente contra qualquer experiência neste sentido. Por outro lado, governos de vários países proíbem por considerar um desrespeito a ética do ser humano.
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