sábado, 10 de setembro de 2011

Identificação de DNA (paternidade/criminalidade)

3°MECD
Gabriel Nunes      09159
Jéssica Gama       09163
Karolyne Castro   09167     
Marcos Velho       09174
Nicolau Silva        09178



O procedimento para a análise de DNA consiste no seguinte método: os técnicos usam substâncias capazes de romper as membranas das células, para coletar o material genético presente nelas, logo após, esse material passa por um processo de “amplificação” para que a quantidade de material nessas amostras sejam aumentadas uma vez que durante o teste serão analisados cerca de 13 a 19 trechos do DNA. As cadeias formadas por fosfato, açúcar e bases nitrogenadas são de quatro tipos: A (adenina), T (timina), G (guanina) e C (citosina). A ordem em que essas bases aparecem é que determina que tipo de informação está contida no código genético.

  Eles procuram quantas vezes uma certa seqüência se repete em cada trecho. É feita, então, uma comparação entre a quantidade de repetições que aparecem em cada pedaço do DNA dos indivíduos que forneceram os materiais para o teste.
  Como a conta envolve probabilidades, o exame nunca dá 100% de certeza sobre a paternidade, mas chega perto, com índices como 99,9999% de paternidade a ser confirmada. No caso negativo, em que não há ligação genética entre duas pessoas, é possível dizer que não há qualquer possibilidade de os indivíduos serem pai e filho.
  É levado em conta também o número de vezes que essa “coincidência genética” acontece, em média, no restante da população. Isso tudo vai gerar um cálculo estatístico sobre a probabilidade de o indivíduo ser, ou não, portador de certa característica que pode o definir como progenitor de uma criança, portador de uma doença geneticamente transmissível, ou em outros casos, presente na cena de um crime.
  Tais assuntos tem sido uma forte questão de debate, uma vez que, por exemplo, após ser suspeito de um crime, por lei, ninguém é obrigado a fornecer o próprio material genético para análise, porém, uma vez que o material é coletado através de um objeto descartado pela pessoa (como um cigarro ou fio de cabelo) o procedimento é completamente legal. Em outros casos, como por exemplo, suspeita de paternidade, é subentendido que ao recusar a participar do teste, conclui-se automaticamente que o individuo é o pai.

Links:



http://www.youtube.com/watch?v=QioRo89qtMY



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